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segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Entrevista com Ludmila Ramos Carvalho, docente do Espaço Oliveiras - JOVEM TAMBÉM QUER SER OUVIDO SOBRE SEXO

"As informações sobre doenças sexualmente transmissíveis, importância do uso da camisinha e controle da gravidez não chegam ao jovem de forma consistente. É o que concluiu um estudo da Faculdade de Saúde Pública da USP, produzido por Ludmila Ramos Carvalho. Sua intenção era saber se os jovens possuem noção da importância do uso da camisinha, tanto para prevenção da gravidez quanto das DSTs. Nesse processo, Ludmila acabou percebendo também a existência de uma  falha de comunicação entre os órgãos de saúde, a escola e o jovem, que acaba correndo riscos por não ter o suporte necessário para levar uma vida sexual segura."

Fonte: Agência Universitária de Notícias

domingo, 4 de maio de 2014

PARA QUE SERVE UMA PESQUISA?

Todo aluno se pergunta por que ele deve fazer um TCC (Trabalho de Conclusão de Curso) ao final do curso, seja curso de graduação ou de pós-graduação.

É realmente uma pena que a maior parte dos alunos entenda ser apenas uma burocracia para alcançar o título. Neste ponto, acredito ser uma falha dos professores do curso como um todo, e não somente do professor da disciplina de Metodologia da Pesquisa Científica.

Nossos alunos não foram preparados, durante o ensino fundamental e médio para serem alunos pesquisadores. O sistema educacional brasileiro possui diversas falhas, contando apenas com o ingresso do aluno na escola e na faculdade, sem se preocupar com a qualidade do ensino, sem se preocupar como ele vai sair de lá. Como consequência, temos alunos copistas, que mal sabem escrever e muito menos, como buscar a solução de problemas.

No ensino superior a carga de trabalho para o professor é bastante grande, já que ele recebe este aluno com muitas deficiências, e neste ambiente o que se exige do aluno é totalmente diferente. No ensino superior o aluno precisa ser independente, autônomo, pró-ativo e resolver problemas. Mas, não é desta maneira que ele chega lá. Ele não está pronto.

Sendo assim, para que este aluno do ensino superior compreenda para que ele vai fazer um TCC, todos os professores envolvidos no curso deveriam conduzir suas disciplinas para um processo ensino/pesquisa, e não reproduzir o que este aluno já conhece, que é a aula conteudista. Deste modo, fica muito pesado, para um único professor, o professor de Metodologia de Pesquisa, dar conta das deficiências dos ensinos fundamental, médio e superior (todos conteudistas), e acreditar que em um ano o aluno vai entender que, na verdade, estudar e pesquisar são a mesma coisa.

Pois bem, aqui já fica clara a primeira razão pela qual o aluno faz um TCC: estudar e pesquisar são a mesma coisa, portanto, entende-se que ao final do curso o aluno é capaz de propor um problema, e por meio do processo estudar/pesquisar ele irá encontrar um resultado para o problema proposto.

A segunda razão é pelo fato de que um conhecimento nunca está acabado. Se os professores ensinassem a seus alunos que os livros e materiais que eles usam para se formarem são, na verdade, fruto de pesquisas, talvez eles compreendessem melhor.

O aluno precisa compreender que o que ele estuda hoje não é o mesmo que alunos de dez anos atrás estudaram e nem será o mesmo que alunos estudarão futuramente, daqui dez anos. Isso porque o conhecimento vai sendo atualizado por meio de pesquisas que são realizadas. O mais importante é o aluno compreender que quando ele se forma em uma profissão, entende-se que ele possui conhecimento suficiente para identificar falhas ou pontos a serem melhorados na sua própria área. Desta forma, ele sabendo pesquisar, poderá propor problemas a serem desenvolvidos, e assim, por meio da publicação de seus achados, irá contribuir para a atualização da sua área. Quem sabe um dia, os futuros alunos da sua área, estejam usando um livro seu na graduação? Por que não?

O TCC nada mais é do que isso. É a compreensão de que estudar será uma constante em nossas vidas. Que sempre teremos de estudar, e que estudar e pesquisar são a mesma coisa, já que estaremos à busca da solução de um problema que não sabemos resolver. Isso é para a vida toda, pois sempre teremos problemas que não saberemos resolver, até o dia de nossa morte. Não existe um único ser humano na face da terra que saiba tudo.

O TCC é também a compreensão de que os conhecimentos não estão prontos, nem acabados, que muita coisa virá pela frente. É compreender que o que estudamos hoje vai mudar para melhor com o tempo.

É muito triste ver que nossos alunos, na realidade, acabam por não entender o que é estudar e acabam acreditando que eles não possuem nenhuma responsabilidade no avanço da área que estudaram, nem na melhoria do mundo como um todo. É muito triste ver que quando um aluno diz “o TCC não serve para nada” ele está, na realidade, dizendo “estou neste mundo, mas não sei para que vim”.

sábado, 19 de abril de 2014

Ensino/Aprendizagem pela Emoção

Esta semana aconteceu a última aula de uma disciplina minha em uma das faculdades que trabalho. O curso é de pós-graduação e, por isso, prefiro não trabalhar com prova no último dia de aula. Acredito que a reflexão de um aluno de pós deva ser mais profunda e prova nenhuma conseguiria garantir esta profundidade.

Penso que, em um curso de pós, devo garantir que o aluno aprendeu a aprender e a solucionar problemas. Não é necessário que ele tenha tudo decorado na última aula, mas que saiba como, quando e onde buscar a informação necessária, bem como elaborar a ação devida e aplicá-la efetivamente.

Para isso, uma das estratégias que mais utilizo é o uso da emoção nas aulas. Não abro mão, de maneira alguma, dos alunos trazerem suas experiências pessoais, produzirem projetos, fazerem seminários e criarem portfólios. A produção é intensa durante toda a disciplina. No entanto, uma exigência que faço é que todos estes trabalhos desenvolvidos contenham as sensações e sentimentos que os conteúdos provocaram neles. Que eles possam refletir sobre o que cada dia de aula proporcionou de modificação em suas estruturas mentais.

Uma aluna minha, neste último dia de aula, apresentou um portfólio muito especial para os demais alunos. Aqui, atrevo-me a publicar suas frases [que foram registradas nos slides que passou em sala] e a colocar, eu mesma, em negrito aquilo que devemos suscitar nos alunos:

“Durante as aulas, esse conteúdo se tornava mais especial e fui me identificando mais. No dia a dia, podemos nos conhecer melhor, nós alunas, e ir para a Faculdade ficou mais prazeroso. Vou levar comigo todas essas aulas, e não vou esquecer do dia da apresentação do nosso seminário, como foi especial [...], e me mostrou que sou capaz de ir muito longe, que mesmo “enferrujada”, isso é possível. E certeza que isso deu um grande incentivo para querer sempre mais” (Mota, 2014).

Em seu último slide, ela apresenta como Resumo das Aulas o seguinte:

“A mente que se abre a uma nova idéia jamais voltará ao seu tamanho original” (Albert Einstein).

“Sempre aprendemos algo a cada dia” (Mota, 2014).

Objetivo alcançado! E não é à toa que hoje, estou aqui, no Parque da Água Branca para produzir este texto. Além de oferecermos este tipo de aprendizagem para nossos alunos, também temos que proporcionar o mesmo para nós mesmos. Confesso que escrever podendo ver, sentir o cheiro e ouvir os sons da natureza, trás um sentido totalmente diferente para a atividade que fazemos.

domingo, 13 de abril de 2014

ENSINO A DISTÂNCIA: DESAFIOS E POSSIBILIDADES PARA PROFESSORES E ALUNOS

Como professora de ensino superior, impossível não estar em contato com o Ensino à Distância. As faculdades, de modo geral, públicas ou privadas, investem, atualmente, de modo crescente na modalidade EAD.
No início, sobre os discursos acerca deste tipo de ensino, imperava a narrativa preconceituosa de que somente alunos desinteressados iriam ser atraídos. Que esta modalidade estaria a favor daqueles preguiçosos que querem fazer pouco para receber o título.
Muita coisa evoluiu desde o início dos cursos EAD. A Educação e as práticas pedagógicas, ainda hoje travadas, sem criatividade e dinamismo, transportaram seu jeito pouco eficiente de ser para o EAD. O Ensino à Distância tornou-se a reprodução digital do ensino presencial “chato”. Telas após telas que nos faziam questionar: por que então não ler direto de um livro?
Sempre achei que profissionais voltados para a Tecnologia, Informação e Comunicação, eram, pelo menos aparentemente, muito ativos, energizados e com uma vontade de empreender diferente de outros profissionais.
Na última sexta, este meu pensamento se confirmou. Estive em uma reunião para alinhamento das diretrizes dos cursos EAD em uma das universidades que atuo, juntamente com estes profissionais. Participaram também professores de áreas diferentes e com diferentes formas de atuação em sala.
A reunião foi simplesmente sensacional. Um especialista em Tecnologia da Informação voltado para a Educação Instrucional, e que não era só isso: também mestre e doutorando em Educação, apresentou sua mais nova criação, um modelo totalmente diferente de EAD, que privilegia a produção do aluno “apenas” mediada pelo professor (o que não significa desvalorização).
Cabelos arrepiados, olhos arregalados!!! Professores perplexos... Não sei fazer isso!
Pensei: o que você não sabe fazer? Tornar os alunos protagonistas de sua própria aprendizagem?
Simplesmente, a apresentação que vi ali, era tudo que deveria ser feito em sala de aula presencial. Os professores desesperados por terem sido soterrados em uma avalanche de ferramentas, uma mais incrível que outra, em termos de criatividade, demonstravam suas preocupações diante do manuseio de tais possibilidades, mesmo com tantos técnicos totalmente dispostos e disponíveis para a nossa orientação. E eu ali: refletindo e desconstruindo minha própria forma de ser em sala. Quem são os preguiçosos: os alunos ou os professores?
A tecnologia não permite a não criação. Diante daquele infinito de possibilidades, fazer aulas EAD como se fossem “slides”, anula completamente a existência das ferramentas.
Minha hipótese é de que com a (r)evolução que viveremos daqui para frente, nesta área, se os professores ainda não aprenderam a dar aulas instigantes, agora irão aprender por livre e espontânea pressão. Não terão como escapar.
Naquilo que pude observar quanto às inovações do Ensino à Distância, ninguém desinteressado sobreviverá: nem aluno, nem professor.
E, salve-se quem puder!

quarta-feira, 19 de março de 2014

COMO ESCOLHER O TEMA DA PESQUISA?

Toda vez que o aluno vive a disciplina de Metodologia da Pesquisa Científica, na qual, além de aprender os tópicos importantes da construção de uma pesquisa, ele também começa a montar seu projeto, tanto aluno como professor experienciam vários momentos angustiantes.
O primeiro momento mais importante da construção do projeto de pesquisa e, principalmente, o mais angustiante, é a escolha do tema que será tratado.
Geralmente, o aluno confunde o que é assunto e o que é tema e, quase sempre, ele aponta para o professor um assunto. Por exemplo: qualidade de vida, relação profissional de saúde e paciente, câncer, tratamento da Aids, gestão pública, etc.
Perceba que cada um dos exemplos acima apresenta um assunto bastante amplo que tornaria uma pesquisa inviável. Imagine: pesquisar qualidade de vida... De quem? Para quem? Proporcionada por quem? Projetos de qualidade de vida? De que tipo? Resultados alcançados por projetos de qualidade de vida?Enfim... Poderíamos ficar aqui horas listando uma porção de perguntas sobre o grande assunto “qualidade de vida”, o que mostra que seria impossível pesquisá-lo já que é inviável abordar todas as coisas que possam estar relacionadas a este assunto em uma única pesquisa.
Quando definimos alguns parâmetros deste grande assunto, nos aproximamos do tema de pesquisa. Exemplo: projetos de qualidade oferecidos por empresas de telemarketing ao seus colaboradores.
Perceba que aqui ainda não ficou claro o que exatamente será pesquisado sobre estes projetos de qualidade de vida (se quais são os tipos mais praticados, se eles dão resultado ou não, se sobre quais os custos para as empresas... Enfim, eu posso focar em qualquer coisa), mas já sei que são projetos, que são ofertados por empresas, que são empresas de telemarketing e que são ofertados aos colaboradores que trabalham nestas empresas. Aqui eu tenho algo possível, pois projetos de qualidade de vida existem em vários lugares, não só empresas, e em vários tipos de empresas, etc... Ou seja, eu preciso reduzir o assunto a um campo mais controlado e palpável.
É a partir deste tema que eu conseguirei filtrar meu problema de pesquisa (o que exatamente eu vou pesquisar) e posteriormente o meu objetivo de pesquisa (o norteador para encontrar a resposta). É um exercício que leva tempo para ser compreendido e toma a maior parte das aulas de metodologia de pesquisa.
Sobre o definir o problema e o objetivo de pesquisa, trataremos em outros posts aqui no site. Agora, gostaríamos de aprofundar o como escolher o assunto e o tema.
Geralmente, o primeiro assunto trazido pelo aluno relaciona-se àquilo que ele mais gostou no curso que fez. Sabemos que existe um rigor e uma exigência de que os processos da pesquisa sejam neutros. Porém, é impossível que um pesquisador seja totalmente neutro ao seu projeto. Primeiramente, porque não concordamos com projetos onde o pesquisador não tenha nenhuma afinidade, nenhuma identificação com o assunto. Muitas vezes, este aluno é empurrado por um professor, para que pesquise um assunto que, na realidade, é de interesse deste professor, e que este professor vê um potencial de sucesso na abordagem daquele tema (às vezes, nem o professor gosta do tema, mas sabe que pode render algo pelo momento que esta sendo pesquisado, por ser de grande interesse da sociedade).
Nestes casos, o aluno não estará sendo estimulado pelo prazer do pesquisar algo que gosta. Irá apenas cumprir as tarefas dentro dos prazos chegando ao término, e, geralmente, sem um grande aprendizado, já que o processo não foi significativo para ele.
Segundo, porque seja pesquisando algo que você gosta, ou algo que lhe foi empurrado, você tenderá a compreender aquele objeto de estudo através “dos seus óculos de pesquisador”. Isso significa que um mesmo objeto de pesquisa pode ser abordado diferentemente por pesquisadores diferentes. Tudo depende da área de formação do pesquisador, qual linha acadêmica segue, quais são suas crenças, em quais abordagens se sente mais confortável, etc. Por exemplo: um psicólogo comportamentalista não irá abordar a qualidade de vida da mesma maneira que um psicanalista, ou que um administrador de empresas, etc.
Sendo assim, não há neutralidade em pesquisas e você não só pode como deve pesquisar o assunto que gosta.
Na sequência, ao determinar o tema da pesquisa, vale a pena não apenas seguir o seu gosto, mas ao, inicialmente, escrever seu primeiro tema, pode ser interessante fazer um levantamento bibliográfico para conhecer o que já foi pesquisado e publicado sobre isso. Muitas vezes, o tema que você esboçou já está tão “manjado” que dedicar um tempo para pesquisar a mesma coisa pela milésima vez não justifica cientificamente o pesquisador dedicar o seu tempo para isso.
Ao determinar o tema é necessário se recordar que toda pesquisa precisa ter uma justificativa científica, uma justificativa que explique o porquê você vai dedicar 1 ano ou mais da sua vida nisso. Vai agregar algo para área? É inovador? Está abordando o tema por um ângulo pouco explorado? Quais contribuições a pesquisa trará?
Sendo assim, é preciso um equilíbrio entre aquilo que gostamos e aquilo que vai fazer a ciência avançar. Não é isso o que queremos com as pesquisas? Para que pesquisamos? Porque a faculdade obriga? Não.
Pesquisamos porque o conhecimento não é estático e acabado. O conhecimento está em eterna construção e atualização. Trata-se de um movimento constante.


terça-feira, 11 de março de 2014

Que Tipo de Professor Você é ? A Comunicação Entre Professores e Alunos


Quando penso em comunicação, penso em conteúdo (aquilo que é comunicado), mas também penso em jeito de comunicar.
Nunca acreditei que o simples fato de um professor ser um profundo conhecedor do tema que trabalha o tornaria um bom educador.
Sempre fui daquelas alunas que se adéqua bem a qualquer tipo de professor. O jeito do professor nunca me impediu de seguir em frente com o melhor de mim. A didática do professor nunca foi uma coisa crucial para minha motivação.
Tive professores de todos os tipos: incompetentes (que ficavam lendo jornal na sala de aula ao invés de dar a aula); preconceituosos (que falavam mal de pobres, gays, lésbicas, negros, etc, em sala de aula, sem nenhum receio); cheios de graça (que adoravam fazer piadinhas com os alunos e nem percebiam que estavam sendo ofensivos); peruas (daquelas que só davam aula e notas boas para os meninos); garanhões (o oposto das peruas); ruins mesmo (que não sabiam do que falavam); depressivos (que davam aula dizendo que o melhor mesmo era estar em casa tomando um vinho); entre outros tipos.
O fato é que algo em mim me permitia perceber estas variações da espécie e realmente, nada disso me tirou do caminho.
Porém, nem todos são assim. Uma grande parte dos alunos vê em seus professores um modelo a ser seguido. Ou seja, se eles não mostram dar importância para o que fazem, por que eu daria importância para estudar? Se eles não acham importante dar boas aulas, por que eu deveria acreditar que é importante estudar?
Isso traz graves consequências para o futuro dos alunos, pois a tendência não é a de atravessar este obstáculo que se apresenta em sua frente. Não é o de ser um estudante autônomo, independente e autodidata.
Você educador pode parar um instante e refletir sobre sua forma de se comunicar com seus alunos e fazer uma auto-avaliação de como vem sendo sua prática:
  •  Você costuma refletir sobre sua própria prática a fim de modificá-la, se necessário?
  •   Você tem uma forma própria de trabalhar ou costuma seguir receitas e fórmulas desenvolvidas por outros?
  •   Você é humilde e flexível?
  •   Mesmo sendo um professor, você se sente um aprendiz?
  •   Você é aberto ao novo ou tem medo de errar?
  •   Além de levar o conteúdo a seus alunos, você coopera emocionalmente com eles?
  •   Você costuma desafiar seus alunos apresentando desequilíbrios a serem resolvidos ou oferece soluções prontas?
  •   Você valoriza a cultura e os valores éticos de seus alunos?
  •   Quando você disponibiliza seu e-mail a seus alunos, você responde quando escrevem ou prioriza outras mensagens que chegam a você?
  •   Quando um aluno te procura para conversar algo você fala com ele olhando nos olhos?
  •   Quando um aluno deseja conversar contigo você só ouve ou escuta? Você dá o tempo necessário para o aluno se expressar?

Agora, que tal pensar sobre quando você foi aluno?

  •   Qual é o tipo do meu professor inesquecível?
  •  Quais são minhas boas recordações escolares?
  •   O que eu gostaria de esquecer em relação à minha vida escolar?
  •    Como era a relação dos meus professores comigo?
  •  Como era a relação dos meus professores com meus colegas de sala?

Faça uma análise de suas respostas e pense: por que escolheu ser professor?


O professor bem sucedido é que aquele que se importa com seus alunos e que não economiza recursos de comunicação verbal ou não verbal para demonstrar atenção, compreensão e respeito. Isso porque a base do trabalho como educador é a relação humana. Somente com uma comunicação efetiva é que o professor poderá auxiliar o aluno a identificar suas dificuldades e a enfrentá-los como participante ativo do seu desenvolvimento como estudante e sujeito.