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terça-feira, 1 de novembro de 2016

Curso Livre EaD - Educação em Rede

Já ouviu falar sobre Educação em rede? Venha conhecer essa nova proposta de compreensão da Educação, que vem a transformar a prática de educadores (as) em geral.






Neste curso vamos falar de uma forma de trabalho bastante desafiadora. Definitivamente, compreendemos que não é um trabalho fácil. No entanto, também não é impossível. E mais que isso, é necessário e ético.

Neste sentido, para uma educação, dentro das situações planejadas, que seja coerente com o desenvolvimento integral de seres humanos espera-se que seja construída em processo de rede dentro do território.

A rede pode ser iniciada por qualquer educador (no sentido amplo da palavra) que esteja em um espaço potencial de desenvolvimento e que se sinta comprometido com isso (alguém de uma ONG, um profissional de saúde de um hospital, um líder religioso, um agente de um museu, um gerente de uma academia de ginástica do bairro, uma bibliotecária, etc.).

Mas, o que é uma rede?

Venha descobrir conosco!


Este curso é destinado a qualquer profissional que possa, em qualquer momento de sua prática, desempenhar o papel de educador.
Entendendo que o educador é um trabalhador social, na medida em que atua em uma realidade que está sempre se alterando. Este trabalhador só pode se compreender se se pensar como em relação com esta realidade que se modifica constantemente. Sendo assim, precisa conhecer a realidade da qual faz parte.

Saiba mais acessando nosso site:
http://www.espacooliveiras.com.br/rde

terça-feira, 18 de outubro de 2016

Educação Em Rede #5 - Transmissão ao vivo


Para você, que se interessou pelo assunto de Educação em rede, que tratamos nas últimas postagens e nos últimos vídeos, temos um convite:


Transmissão ao vivo sobre Educação em Rede

Com Roberta Oliveira, educadora e colaboradora do IEO, 




Coloque na agenda;

DIA 25/10

19 HORAS

Acesse diretamente pelo nosso canal no Youtube

Não perca!



sexta-feira, 2 de setembro de 2016

Educação em Rede #3 - O Conceito de Território

Por: Roberta Andrea de Oliveira

Atualmente, não nos sentimos pertencentes e seguros em nossos territórios. Não consideramos as cidades espaços de acolhimento e qualidade de vida.
Quando pensamos em território, devemos nos lembrar de como eles influenciam nossas vidas. Deste modo, se nos sentimos inseguros e não acolhidos, como contrariamente, agir para nos sentirmos pertencentes, seguros e acolhidos?
Especificamente nos trabalhos em Rede, independente da área, o ponto principal para se produzir o sentimento de acolhimento e segurança, bem como para promover qualidade de vida, devemos investir nas relações sociais.
Como estamos tratando da Educação em Rede, devemos lembrar que para pensar uma educação integral, devemos perceber esse território a partir da instituição que estamos pretendendo iniciar um projeto em rede. Ou seja, se você está em uma escola e quer iniciar o projeto aí, precisa olhar para o território do entorno a partir desta escola. Você vai identificar que outras instituições e espaços são importantes para sua escola e que possuem vínculos importantes com ela.


Percebendo o seu território de trabalho, considere que quanto mais populoso ele for, menor será sua capacidade de responder adequadamente as vulnerabilidades ali encontradas; e quanto menos profissionais comprometidos com a Educação em Rede existirem no território, menor também será a capacidade de se construir uma rede e responder as vulnerabilidades.
Para um bom trabalho em rede é essencial identificar as particularidades do território como desigualdades socioeconômicas; condições de vida; contato social entre as pessoas; processo de produção, trabalho e renda; distribuição e consumo de recursos; e situações ambientais. Conhecendo bem o território, você poderá priorizar situações as quais dará mais atenção. Quem está mais vulnerável e sob maiores riscos, deve ter preferência. Este é o conceito de Equidade. Talvez você já tenha ouvido falar sobre ele.
Um dos trabalhos do educador em rede é facilitar a constituição de vínculos e para atingir este objetivo é preciso compreender o território nas suas três dimensões:

  • Espaço físico: ruas, casas, escolas, empresas, e outros.
  • Dimensão simbólica: aspectos sociais, econômicos, culturais, religiosos, e outros.
  • Dimensão existencial: modos pelos quais o território ganha sentido a partir da história pessoal de cada um.

Quando consideramos as três dimensões, percebemos que se trata de um território vivo e dinâmico, em constante construção e mudança.

Deste modo, como educadores em rede, devemos oferecer uma escuta capaz de acolher e compreender as particularidades dos acontecimentos de vida de cada pessoa.

Bibliografia
Alarcon, Lancetti, Ramôa et al, 2013

Acompanhe o Instituto Espaço Oliveiras também no Youtube!


sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Educação em Rede #1 - O que é e quem pode fazer!

Por: Roberta Andrea de Oliveira




A educação 

pode produzir mudanças? 


Quais mudanças?






Para que a educação reflita em mudanças na sociedade, primeiramente, o ator educador necessita ser comprometido. Segundo Freire (2011) a primeira condição para que alguém seja comprometido é ser capaz de agir e refletir. Trata-se de intencionar sua própria consciência em direção a sua forma de estar sendo no mundo.
O autoconhecimento é uma ferramenta poderosa para medirmos nossas ações e, principalmente, equilibrarmos nossas intenções sobre os outros. Para se autoconhecer como educador, um caminho favorável é estar presente (como se diz, “de corpo e alma”) naquilo que se está fazendo e perceber os impactos das relações: o que me deixa satisfeito, o que me incomoda, o que eu deveria evitar, etc.
A ação de educador se descobre no fazer e é possível refazer os caminhos várias vezes, o que se torna uma ação consciente e não negligenciada. 
Deste modo, o educador é um trabalhador social, na medida em que atua em uma realidade que está sempre se alterando. Este trabalhador só pode se compreender se se pensar como em relação com esta realidade que se modifica constantemente. Sendo assim, precisa conhecer a realidade da qual faz parte (Freire, 2011).
“Por isso, o trabalhador social não pode ser um homem neutro frente ao mundo, um homem neutro frente à desumanização, frente à permanência do que já não representa os caminhos do humano ou à mudança destes caminhos” (Freire, 2011, p. 63).
Um educador comprometido é um educador que planeja suas ações. Para uma educação, dentro das situações planejadas, que seja coerente com o desenvolvimento integral de seres humanos, o mais esperado é aquela construída em processo de rede dentro do território.

Na educação em rede não há dominador, nem dominado. Neste caso, há, na realidade, uma rua, um bairro e até uma cidade inteira comprometida com o desenvolvimento das pessoas que ali habitam. E assim, já é possível perceber que o educador deixa de ser somente aquele dentro dos muros da escola (ou de outra situação de educação não formal) e passa a ser qualquer pessoa que esteja em espaços potenciais de desenvolvimentos de pessoas. Um território pode ter muitos espaços potenciais e comprometidos com o desenvolvimento. 

Mas, a rede precisa se iniciada de algum ponto! Quem pode dar início a ela?


A rede pode ser iniciada por qualquer educador (no sentido amplo da palavra) que esteja em um espaço potencial de desenvolvimento e que se sinta comprometido com isso (alguém de uma ONG, um profissional de saúde de um hospital, um líder religioso, um agente de um museu, um gerente de uma academia de ginástica do bairro, uma bibliotecária, etc.).


Mas, o que é uma rede?
“Deve-se ter em mente que as redes não se formam por acaso. Elas são resultado do trabalho de numerosos atores que, em diferentes lugares e momentos, e com capacidades distintas de ação, exerceram e exercem seu papel como sujeitos da história” (Sposito, 2008, p. 48).

Será que você está pronto para atuar como um educador promotor de redes de desenvolvimento? O quanto se sente comprometido com o desenvolvimento das pessoas? Você conhece bem seu território de atuação? Sabe que espaços poderiam usar para compor uma boa rede?

Pois bem, a sua primeira tarefa é conhecer o seu território!
Inscreva-se em nosso canal, acompanhe a série de vídeos e saiba mais sobre o tema.


sexta-feira, 29 de julho de 2016

Medo do TCC? 3a. Dica

Por: Ludmila R. Carvalho

Dando sequência a nossa série de textos e vídeos para ajudar você com seu TCC, apresentamos a ...


Dica #3

FAÇA UMA BOA BUSCA BIBLIOGRÁFICA


Em nosso trabalho nunca vamos partir do zero. Outras pessoas, já escreveram sobe o tema que queremos discutir, e para prosseguir produzindo conhecimento sobre o assunto, temos que partir do ponto em que eles já chegaram.
Precisamos EMBASAR nossas discussões, ou seja, apresentar uma base teórica sobre a qual vamos apresentar nossas questões, discussões e, por fim, as conclusões.

Então quer dizer que não posso criar nada novo, tenho que apenas reproduzir o que já falaram?

Não, não significa isso!

Significa que o conhecimento elaborado por outras (os) autores tem que ser levado em consideração, para que, a partir dele, você possa apresentar suas considerações.

Daí você poderá ir mais além, aprofundar os conhecimentos já construídos por outras (os), senão vai apenas ficar repetindo o que todo mundo já sabe, certo?

Agora, o mais importante: Como e onde encontrar esses autores?

Bom, se você já tem uma pergunta em mente, ela está inserida dentro de um tema, faz parte de um agrande área.
Por exemplo, se minha pergunta é "como pode ser feita a inclusão para Surdos no ensino público fundamental", eu tenho aí uma Grande área que é a Educação, sua subdivisão que é a Educação Inclusiva.
Vou procurar as (os) autoras (es) mais importantes que falem sobre isso. Quem são elas (es)?

Depois, tenho fazer uma busca mais específica. Que outros temas são abordados, nesse caso?
Surdez e Ensino Fundamental? Preciso buscar também autoras (es) que já tenham abordado esses assuntos.

Ou seja, é preciso ler e conhecer um pouco mais sobre o assunto que se deseja discutir, e escrever sobre ele apresentando trabalhos importantes e consistentes que já tenham sido realizados antes.
Aí, a partir disso, é possível apresentar, de fato, uma contribuição nova e consistente.
E, para isso, é importante buscar os livros, e também as bases de dados científicas como Scielo, LILACS, ou mesmo o Google Acadêmico.

Continue acompanhando a série, que teremos mais dicas!



quinta-feira, 30 de junho de 2016

Cidade, Mobilidade e Urbanização: Planejamento e Saúde #4 - Cidadania e Sustentabilidade nas Cidades - Qualidade de Vida

Por: Roberta Andrea de Oliveira

Foto: Caio Miranda

              Este é o nosso 4º material sobre o tema e esperamos contribuir para as suas reflexões frente a sua atuação na promoção de saúde nas cidades. Você deve estar percebendo que não importa sua formação inicial, não importa em que setor trabalha e não importa que função específica exerça. Ou seja, o olhar para a saúde nas cidades é interdisciplinar e necessita de muitos atores. E se pensarmos bem, todos temos o papel de educadores no que se refere a ambiente.
Nestes tempos em que a informação assume um papel cada vez mais relevante, ciberespaço, multimídia, internet e educação para a cidadania representam a possibilidade de motivar e sensibilizar as pessoas para transformar as diversas formas de participação na defesa da qualidade de vida. Nesse sentido cabe destacar que a educação ambiental assume cada vez mais uma função transformadora, na qual a corresponsabilização dos indivíduos torna-se um objetivo essencial para promover um novo tipo de desenvolvimento – o desenvolvimento sustentável.
Entende-se, portanto, que a educação ambiental é condição necessária para modificar um quadro de crescente degradação socioambiental, mas ela ainda não é suficiente, se converte em “mais uma ferramenta de mediação necessária entre culturas, comportamentos diferenciados e interesses de grupos sociais para a construção das transformações desejadas” (Tamaio, 2000, p. 9). O educador tem a função de mediador na construção de referenciais ambientais e deve saber usá-los como instrumentos para o desenvolvimento de uma prática social centrada no conceito da natureza. Você se sente um educador em atuação em seu território de trabalho?
O conceito de desenvolvimento sustentável surge para enfrentar a crise ecológica e  está relacionada com a crítica ambientalista ao modo de vida contemporâneo. Tem como pressuposto a existência de sustentabilidade social, econômica e ecológica.
Estas dimensões explicitam a necessidade de tornar compatível a melhoria nos níveis e qualidade de vida com a preservação ambiental. Surge para dar uma resposta à necessidade de harmonizar os processos ambientais com os socioeconômicos, maximizando a produção dos ecossistemas para favorecer as necessidades humanas presentes e futuras. A maior virtude dessa abordagem é que, além da incorporação definitiva dos aspectos ecológicos no plano teórico, ela enfatiza a necessidade de inverter a tendência autodestrutiva dos processos de desenvolvimento no seu abuso contra a natureza (Jacobi, 1997).
A tarefa de encontrar soluções mediatas e imediatas para o mal-estar urbano não deve estar localizada apenas nas mãos de planejadores e do estado, mas sim corrigido com a participação e fiscalização de amplos setores e sujeitos envolvidos no processo de construção social do espaço urbano. Dessa forma, reunir amplos e complexos setores da sociedade com interesses opostos exigirá lutar com interesses gerais e particulares.
Para as elites econômicas, as habitações necessitam ser autossuficientes, precisam estar fora do mundo que a industrialização criou. A “segurança” é pensada para que o “mundo marginal” não penetre no seu espaço; portanto, no seu mundo.
A arquitetura, aos olhares do senso comum apenas concreto e beleza plástica ou feiura estética, o modelo e as construções, as ruas como estão alinhadas, as moradias onde estão localizadas e quem nelas habita, muito mais do que a aparência pode revelar, serve a um propósito que afirma o sistema político que a cidade e seus habitantes acolhem.
Concretamente, a ocupação urbana desordenada, a industrialização, as novas introduções tecnológicas, fruto da radicalização do capitalismo (reestruturação produtiva do capital), visando ao lucro e não ao bem-estar do homem, destroem relações culturais e sociais solidárias.
Outra face desse debate que deve ser colocada é o entendimento que se tem de planejamento para as cidades; razão pela qual, a incógnita permanece: como melhoraremos a vida nas cidades? Imediatamente pensamos apenas no econômico, pura e simplesmente, ou melhor, pensamos em modelos já em fase de superação, como a industrialização urbana moderna que separa o homem e a natureza, sem amparo das dimensões transversais das necessidades humanas. O homem é natureza, compreendida a relação filosófica que a afirmação encerra e ao mesmo tempo entendida a racionalidade que diferencia seres vivos.
Portanto, o “planejamento” das cidades deve levar em conta o meio ambiente como parte inseparável do planejamento sócio-econômico-cultural e histórico. É isso que se pretende que sejam as Conferências que se propõem a discutir sobre as cidades: a justa medida do debate com os conflitos sociais que emanam de um sistema social de desigualdades.
A gestão urbana deve diminuir as desigualdades através de uma maior participação popular e melhor distribuição de renda, desse modo, devem-se inserir no debate aqueles que sempre estiveram longe das mesas de planejamentos e execuções das políticas públicas: o povo e as entidades da sociedade civil organizada, através de uma gestão legitimamente democrática. Você que nos lê, se sente capaz para estimular este senso de participação na população de seu território? E se eles já participam, isso ocorre democraticamente?
O conceito de gestão urbana expressado aqui não tem intimidade com o mesmo conceito mercadológico da vida urbana expressado na concepção de planejadores urbanos que trataram prefeitos como gerentes de uma grande empresa.
Não há como não reconhecer a importância do planejamento urbano para permitir que haja uma cidade mais humana, e que seja numa sociedade que preze pelas relações democráticas e iguais em direitos.
Aproveite para se inscrever em nosso canal do Youtube (IEO Vídeos) e não perca o último material da série sobre os Assentamentos Precários! Você sabe o que é isso? Será que você trabalha com a população destes locais?


Cidade, Mobilidade e Urbanização: Planejamento e Saúde #4 - Cidadania e Sustentabilidade nas Cidades - Qualidade de Vida

Bibliografia:
LIMONAD, Ester (2013).
JACOBI, Pedro (2003).
TAMAIO, Irineu (2000).

segunda-feira, 30 de maio de 2016

Palestra: "Desafios Para a Educação Contemporânea"

Destinada aos/às profissionais da educação de modo geral, e demais interessados/as no tema.

Será um momento para reflexão a respeito da educação atual, desafios e possibilidades para se pensar estratégias para uma educação brasileira de qualidade.





Dia 08 de junho, das 9 às 11:30 horas
Associação Paulista de Saúde Pública (APSP), Rua Cardeal Arcoverde, 1749, cj. 78, Bloco B, Pinheiros - São Paulo

Com a Profa. Isabel Cristina Rodrigues, Mestra em Educação pela Universidade de São Paulo, Associada e Professora da Escola de Governo, Coordenadora Pedagógica na Educação de Jovens e Adultos em São Bernardo do Campo e Docente na graduação e pós-graduação do Centro Universitário Fundação Santo André.

Inscrições aqui




quarta-feira, 25 de maio de 2016

Medo do TCC?

Por Ludmila R. Carvalho

O Trabalho de Conclusão de Curso, ou TCC, aterroriza muitos alunos e alunas.
Muitas pessoas têm medo do TCC!
Perdem o sono, ficam estressadas só em pensar que precisam elaborar o "tal" trabalho. Pensam até em desistir do curso quando chega a hora de escrevê-lo.

Mas, por que?

O Trabalho de Conclusão de Curso assusta tanto alunos (as) de graduação quanto de pós-graduação porque não aprendemos a realizar trabalhos científicos como esse ao longo de nossa jornada pela educação formal.
Portanto, somos ANALFABETOS CIENTÍFICOS!

Não somos ensinados (as) a pensar criticamente, a questionar, não desenvolvemos a curiosidade científica, e assim, não aprendemos pesquisar. 
Afinal, o TCC é um trabalho científico, ou seja, é uma pesquisa, e por isso mesmo assusta tanto. Por ser um desconhecido, para a grande maioria dos (as) estudantes.

Ele pode parecer chato, porque tem várias especificações, regras, normas. Mas essa chatice toda desaparece quando nos encantamos pelo processo de produzir conhecimento!
E é justamente isso que faz desse tipo de trabalho algo tão importante e rico: a produção de conhecimento.
É a oportunidade, o momento em que o (a) estudante pode passar de um sujeito que meramente absorve conhecimento, para um que produz conhecimento, que investiga, que busca respostas, que contribui com novas descobertas.


Então, o TCC não é apenas mais uma burocracia desnecessária, a qual você precisa passar para obter o diploma.
Não!
Ele é mais que isso. É a síntese de todo o conhecimento que você adquiriu ao longo do seu curso, seja de graduação ou de pós-graduação.
É o momento que você deixa de ser ouvinte e leitor (a) e passa a caminhar com suas próprias pernas dentro da área que você escolheu estudar, tornando-se autor (a).

Em nossa série de vídeos, vamos tentar desmistificar o TCC e contribuir para que você perca seu medo frente a esse desafio e sinta-se capaz de concluir seu trabalho com tranquilidade.
Acompanhe!




terça-feira, 24 de maio de 2016

Ludicidade e Assunto Sério

Por Roberta Andrea de Oliveira

Ficamos boquiabertas com a magnífica ideia do Núcleo de Estudos em Promoção da Saúde e Projetos Inclusivos do Centro de Estudos Avançados da Universidade de Brasília (UnB).

Diversos docentes e parceiros elaboraram um jogo cooperativo em que cada jogador ou jogadora assume o papel de uma personagem e todos juntos precisam impedir que a violência contra a mulher se alastre por todo o tabuleiro ou que cerque uma cidade. Para manter a característica lúdica do jogo, ao tratar de assunto tão sério, a solução foi trazer o cinema como válvula de escape.
Trata-se de um jogo de estratégia, no qual os jogadores respondem perguntas relacionadas ao tema violência contra a mulher, por meio de cenas de filmes. É preciso ações estratégicas em defesa da cidadania.
No conjunto de personagens que podem ser assumidos pelos jogadores, fica claro a proposta intersetorial. São eles: educador ou educadora, operador ou operadora do direito, integrante de políticas públicas, profissional de saúde ou cidadão ou cidadã do movimento de mulheres.
Essa foi uma das ideias mais vibrantes que vimos nos últimos tempos para discutir assunto tão relevante!


Acesse a loja virtual do blog da linha de pesquisa Geps/UnB: https://recriarse.wordpress.com/.

Fonte: RADIS, nº. 164.
Radis Comunicação e Saúde

sábado, 30 de abril de 2016

A comunicação e as relações interpessoais na área da saúde


Por Ludmila R. Carvalho

De um modo geral, os (as) usuários (as) de equipamentos de saúde tendem a se queixar da atenção recebida pelos profissionais de Saúde.
São comuns as reclamações de falta de atenção, principalmente por parte dos profissionais da Medicina, do pouco tempo disponibilizado para as consultas, da falta de atenção e de escuta por parte destes profissionais.

Muito se deve à formação destes profissionais, mais tecnicista e pouco humanizada, respondendo a um processo histórico de fragmentação, de biologicização sob um ponto de vista positivista, cartesiano e mecanicista.
Esse é o conhecido modelo "biomédico", que é tido como responsável pelo fenômeno da medicalização, que observamos atualmente. Ou seja, o excesso de diagnósticos e transtornos que são criados, identificados, a partir de comportamentos e sintomas que podem ter origem em questões sociais, emocionais, ou mesmo que podem ser aspectos "normais"do comportamentos mas que, ao se tornarem desviantes respondem a uma lógica de mercado capitalista.

Se os profissionais de saúde, não apenas da Medicina, acreditam que é possível superar esse modelo, acreditam que é possível melhorar o relacionamento com os (as) pacientes, que é possível humanizar essa relação, certamente entendem que a comunicação é uma ferramenta importante.
A comunicação entre o profissional da saúde é importante, inclusive nos momentos das notícias desagradáveis, ou da revelação de diagnósticos difíceis, pois a forma como essa notícia é dada pode fazer toda a diferença.

Recentemente, a revista AUN (Agência Usp de Notícias) publicou uma matéria sobre a comunicação de más notícias em unidades de emergência dos hospitais. A matéria apresenta os resultados de uma pesquisa sobre o tema que envolvem aspectos da comunicação verbal e não verbal e a empatia.
Essa pesquisa também conclui que os (as) profissionais de medicina não se sentem preparados (as) para comunicar as más notícias, ou seja, é uma deficiência importante na formação desses (as) profissionais.



Link para a matéria da Agência Usp de Notícias - AUN


A educadora Roberta Oliveira, colaboradora do IEO, que estuda o tema, pesquisou, em sua dissertação de mestrado, a comunicação do diagnóstico de tuberculose e a adesão ao tratamento. Em seu estudo pode identificar, dentre outras coisas, que tem maior importância o  jeito, a forma com a qual o diagnóstico é revelado do que as palavras, o conteúdo da conversa naquele momento.
Mais um indicativo para a importância da humanização na relação profissional-paciente.
Abaixo, um vídeo com a entrevista da educadora:




Enfim, a humanização na saúde está bem longe de ocorrer de modo efetivo. 
Mas, felizmente, há profissionais atentos (as) à essa deficiência em suas formações, e que buscam supri-la, investindo em desenvolver suas relações interpessoais e estratégias de comunicação. 

domingo, 24 de abril de 2016

Racismo Institucional

Esse mês teremos mais uma Roda de Conversa, dessa vez sobre Racismo Institucional.

Mulheres negras atendidas em instituições de saúde estão mais sujeitas ao risco de óbito do que as mulheres brancas. 
Mulheres negras em trabalho de parto têm menos chances de receberem anestésico do que as mulheres brancas. 
A consulta com um profissional de saúde dura mais tempo com pessoas brancas do que com pessoas negras. 
O atendimento em pronto socorro a pessoas vítimas de violência conta mais com pacientes negros do que com pacientes brancos. 

Achou estas afirmações pesadas? Venha discutir conosco as consequências do racismo institucional na área da saúde.


Essa roda terá a mediação de Lidiane Aparecida de Araújo e Silva, psicóloga, psicoterapeuta, graduada pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Especialista em saúde Pública, atualmente trabalha no Núcleo de Apoio a Estratégia Saúde da Família (NASF), na atenção básica, no município de São Paulo. Trabalhou em um Centro de Atenção Psicossocial Álcool e outras Drogas na região Norte, no mesmo município. Colaboradora do Subnúcleo psicologia e relações raciais, da Comissão de Terra/raça e etnia do Conselho Regional dePsicologia/SP e AMMA Psique e Negritude.

Lembramos que o evento é GRATUITO, porém é necessária a INSCRIÇÃO através do nosso site.
Garantimos declaração de participação.

sábado, 23 de abril de 2016

Bitcoin e a Educação do Futuro

Adolescente de 15 anos cria empresa após ganhar US$ 100 mil com bitcoin











O que consideramos mais interessante nessa notícia, não é o espírito empreendedor do garoto, ainda tão jovem.
Nem a quantia que ele ganhou com o investimento virtual para poder iniciar seu próprio negócio.
Sem desmerecer tais feitos, o que nos chama a atenção é o tipo de empresa que ele abriu.
Muita gente poderia supor que um garoto dessa idade criaria uma empresa de games, ou alguma startup do tipo rede social. Afinal é onde é comum vermos jovens investindo sua criatividade e ganhando muito dinheiro em retorno.
Mas, Erik Finman não.

Ele criou um "serviço on-line de educação que une tutores e estudantes".
Seu site, Botangle possibilita que pessoas se cadastrem e tenham acesso a vários assuntos. Assim, é possível aprender desde programação, aulas de dança a novos idiomas em vídeos e chats.

Sabe o que é mais incrível? Erik diz que "a ideia surgiu depois de desejar ter mais aulas que as da grade de sua escola".
Parece impressionante, pois o que se espera dos jovens é que queiram menos aulas, e não MAIS aulas, não é mesmo?

- Ah, mas isso aconteceu nos Estados Unidos! Os jovens Brasileiros são diferentes!
São mesmo?
Essa atitude do garoto aponta para uma "falta" que está havendo no ensino formal, e que os jovens estão buscando suprir nas redes.

E essa "falta" não ocorre apenas na América do norte.
Há uma crise de identidade em curso na educação, e não estamos isentos disso.
A escola precisa se repensar. Rever seu papel na atual sociedade. E não menosprezar essa busca dos jovens por mais informação e conhecimento nas redes, mas sim, estimulá-la.
Longe de querer suprir essa "falta", acreditamos que a educação do futuro irá cada vez mais abrir essas brechas, para que os(as) estudantes possam buscar seu protagonismo no processo de sua formação.
Mas principalmente, e antes de tudo,esperamos que a educação propicie uma base consistente para estimular essa curiosidade e esse desejo de buscar o conhecimento, cada vez mais democratizado.

domingo, 17 de abril de 2016

quarta-feira, 13 de abril de 2016

Construindo um Projeto de Pesquisa

Já construiu algum projeto de pesquisa? Teve dificuldade? 
Ou se pretende fazer, quer aprender como fazer? 

Deseja finalizar aquele TCC que ficou parado, ou entrar para o Mestrado ou Doutorado?

Este curso é destinado a profissionais e estudantes que necessitam construir um projeto de pesquisa. O melhor: é totalmente online!
Venha elaborar seu projeto de pesquisa conosco!



Inscreva-se já!


terça-feira, 5 de abril de 2016

Doenças Crônicas não Transmissíveis - Obesidade

As doenças crônicas não transmissíveis são uma prioridade entre as ações de saúde pública. 
São problemas de saúde que não se transmitem de uma pessoa a outra, e por vezes, nos acompanham por um longo período de tempo ou uma vida inteira, necessitando de tratamento e controle. 
Exemplos são a pressão alta, a diabetes e a obesidade. 
A obesidade, inclusive, é considerada uma epidemia mundial. 

Segundo pesquisa publicada na revista Lancet, e noticiada pela BBC Brasil no dia 1º de abril, um quinto da população brasileira adulta é obesa (cerca de 30 milhões de pessoas).
Mulheres correspondem a 23% e homens a 17%. Em 1975, com relação ao ranking mundial de obesidade entre mulheres, o Brasil estava em 9º lugar; e com relação ao ranking entre homens, estava em 10º lugar. Em 2014, com relação às mulheres, o Brasil subiu para o 5º lugar; e entre os homens subiu para o 3º lugar.


Podemos citar também, a obesidade infantil como um sintoma que já nos sinaliza que o problema começa desde cedo. 


Gostaríamos, também, de recomendar o documentário abaixo, chamado Muito Além do Peso, a fim de mostrar que o combate a este problema não se restringe a área da Saúde. 
Deve ser um embate amplo, envolvendo áreas da Educação, Economia, Marketing, entre outras. 

Só será possível combater este mal se mexermos nos condicionantes sociais que influenciam negativamente o comportamento alimentar de nossas crianças.




quarta-feira, 30 de março de 2016

Discussão de Gênero na Escola






Um casal homossexual é uma família? Pode se casar? 
E famílias homoafetivas podem ter filhos? 
Em que lugares a pessoa transexual tem direito de ser chamado pelo nome social, e onde deve prevalecer o nome do documento? 

A discussão de gênero é polêmica, pois ultrapassa a questão da homossexualidade para abranger não apenas o interesse sexual, mas também a diversidade das identidades e de performances que possam existir na sociedade, e a relação de cada indivíduo com cada uma delas. 
Assim, a discussão de gênero é uma luta por direitos de uma minoria, uma busca pela visibilidade das pessoas que não se vêm representadas, e tem sido cada vez mais urgente e necessária em todos os setores da sociedade.

Inclusive nas escolas, onde há uma luta para que tais assuntos sejam abordados, visando a formação de indivíduos mais informados e preparados para compor uma sociedade mais justa e igualitária.

Vamos discutir esses temas numa Roda de Conversa mediada pelo professor Tarcísio Ramos, Historiador, Pós Graduado em Direitos Humanos. Militante e atuante em ações contra opressão social.

Lembramos que o número máximo de participantes é de 20 pessoas, e que as Rodas são eventos gratuitos.
Faça sua inscrição no site!

terça-feira, 29 de março de 2016

Fundamentos para a Educação Inclusiva


Novidade do mês de Abril!







Saiba mais aqui:





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terça-feira, 15 de março de 2016

Pesquisa Bibliográfica e Citações

Olá, amigas e amigos! 
Eu, Profa. Ludmila, gostaria de apresentar um novo curso que ofereceremos aqui pelo Instituto Espaço Oliveiras.
Pra saber mais, clique aqui: http://bit.ly/1QVnRuS
Obrigada!


‪#‎IEO‬ ‪#‎CursoLivre‬ ‪#‎Tcc‬ ‪#‎Pesquisa‬ ‪#‎06deAbril‬

sexta-feira, 4 de março de 2016

Novo site

Nossa colaboradora, a Educadora Roberta de Oliveira apresenta um pouco das novidades do nosso mais novo Espaço na internet, nosso novo site!


Acesse http://www.espacooliveiras.com.br e confira!

terça-feira, 1 de março de 2016

Curso: Construindo um Projeto de Pesquisa


Inscrições abertas!
Saiba mais aqui
‪#‎IEO‬ ‪#‎CursoLivre‬ ‪#‎EAD‬ ‪#‎ADistancia‬ ‪#‎Pesquisa‬ ‪#‎Projeto‬ ‪#‎Graduação‬ ‪#‎Pós‬