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terça-feira, 10 de maio de 2016

Por que Pesquisar?

Por Roberta Andrea de Oliveira

Será que a pesquisa existe apenas para cumprir com as exigências burocráticas de uma universidade, a fim de simplesmente passarmos no processo seletivo? 
Será que é um jeito da universidade dificultar nossa vida e nos impedir de passar no mestrado?

Na realidade, deveríamos aprender a pesquisar desde a infância, já que estudar-aprender-pesquisar são coisas inseparáveis.
Para estudar e aprender algo fazemos pesquisa.
A diferença é que nem sempre dispomos nossa investigação em um arquivo word. 
Às vezes, na tentativa de encontrar uma resposta para uma hipótese nossa, seguimos mentalmente o processo da pesquisa: lançamos um problema e um objetivo a ser alcançado, ajustamos uma metodologia de levantamento de informações para encontrar os resultados, e por fim, chegamos a uma conclusão. É simples assim!

O que ocorre é que quando precisamos colocar isso no papel, simplesmente travamos!

Pesquisar não é só importante para aprender a estudar com qualidade. 
Mas, também porque as áreas de conhecimento não são acabadas, não estão concluídas! Vamos usar como exemplo a área da saúde: todos os dias surgem novas práticas, novas técnicas, novos produtos e novos conceitos.

Para propor algo novo, lançar um conceito atualizado ou inaugurar uma prática é preciso pesquisar para conhecer o que existia antes, testar o novo e apresentar os resultados da novidade.

Não importa se estamos falando de teoria ou de prática. As duas coisas se renovam. Não vale a pena se formar em uma área e apenas atuar como profissional nela. Seria muito bom que além de atuar como profissional você também se preocupasse em contribuir para melhorar a sua área de atuação, identificando problemas e possibilidades. 

Para isso, é preciso ter olhar de pesquisador.

sábado, 30 de abril de 2016

A comunicação e as relações interpessoais na área da saúde


Por Ludmila R. Carvalho

De um modo geral, os (as) usuários (as) de equipamentos de saúde tendem a se queixar da atenção recebida pelos profissionais de Saúde.
São comuns as reclamações de falta de atenção, principalmente por parte dos profissionais da Medicina, do pouco tempo disponibilizado para as consultas, da falta de atenção e de escuta por parte destes profissionais.

Muito se deve à formação destes profissionais, mais tecnicista e pouco humanizada, respondendo a um processo histórico de fragmentação, de biologicização sob um ponto de vista positivista, cartesiano e mecanicista.
Esse é o conhecido modelo "biomédico", que é tido como responsável pelo fenômeno da medicalização, que observamos atualmente. Ou seja, o excesso de diagnósticos e transtornos que são criados, identificados, a partir de comportamentos e sintomas que podem ter origem em questões sociais, emocionais, ou mesmo que podem ser aspectos "normais"do comportamentos mas que, ao se tornarem desviantes respondem a uma lógica de mercado capitalista.

Se os profissionais de saúde, não apenas da Medicina, acreditam que é possível superar esse modelo, acreditam que é possível melhorar o relacionamento com os (as) pacientes, que é possível humanizar essa relação, certamente entendem que a comunicação é uma ferramenta importante.
A comunicação entre o profissional da saúde é importante, inclusive nos momentos das notícias desagradáveis, ou da revelação de diagnósticos difíceis, pois a forma como essa notícia é dada pode fazer toda a diferença.

Recentemente, a revista AUN (Agência Usp de Notícias) publicou uma matéria sobre a comunicação de más notícias em unidades de emergência dos hospitais. A matéria apresenta os resultados de uma pesquisa sobre o tema que envolvem aspectos da comunicação verbal e não verbal e a empatia.
Essa pesquisa também conclui que os (as) profissionais de medicina não se sentem preparados (as) para comunicar as más notícias, ou seja, é uma deficiência importante na formação desses (as) profissionais.



Link para a matéria da Agência Usp de Notícias - AUN


A educadora Roberta Oliveira, colaboradora do IEO, que estuda o tema, pesquisou, em sua dissertação de mestrado, a comunicação do diagnóstico de tuberculose e a adesão ao tratamento. Em seu estudo pode identificar, dentre outras coisas, que tem maior importância o  jeito, a forma com a qual o diagnóstico é revelado do que as palavras, o conteúdo da conversa naquele momento.
Mais um indicativo para a importância da humanização na relação profissional-paciente.
Abaixo, um vídeo com a entrevista da educadora:




Enfim, a humanização na saúde está bem longe de ocorrer de modo efetivo. 
Mas, felizmente, há profissionais atentos (as) à essa deficiência em suas formações, e que buscam supri-la, investindo em desenvolver suas relações interpessoais e estratégias de comunicação. 

quarta-feira, 13 de abril de 2016

Construindo um Projeto de Pesquisa

Já construiu algum projeto de pesquisa? Teve dificuldade? 
Ou se pretende fazer, quer aprender como fazer? 

Deseja finalizar aquele TCC que ficou parado, ou entrar para o Mestrado ou Doutorado?

Este curso é destinado a profissionais e estudantes que necessitam construir um projeto de pesquisa. O melhor: é totalmente online!
Venha elaborar seu projeto de pesquisa conosco!



Inscreva-se já!


terça-feira, 15 de março de 2016

Pesquisa Bibliográfica e Citações

Olá, amigas e amigos! 
Eu, Profa. Ludmila, gostaria de apresentar um novo curso que ofereceremos aqui pelo Instituto Espaço Oliveiras.
Pra saber mais, clique aqui: http://bit.ly/1QVnRuS
Obrigada!


‪#‎IEO‬ ‪#‎CursoLivre‬ ‪#‎Tcc‬ ‪#‎Pesquisa‬ ‪#‎06deAbril‬

terça-feira, 1 de março de 2016

Curso: Construindo um Projeto de Pesquisa


Inscrições abertas!
Saiba mais aqui
‪#‎IEO‬ ‪#‎CursoLivre‬ ‪#‎EAD‬ ‪#‎ADistancia‬ ‪#‎Pesquisa‬ ‪#‎Projeto‬ ‪#‎Graduação‬ ‪#‎Pós‬

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Curso - Metodologia de Pesquisa em Saúde



Mais uma novidade para o mês de março!




Leia mais sobre esse curso e inscreva-se aqui
‪#‎CursoLivre‬ ‪#‎Metodologia‬ ‪#‎Pesquisa‬ ‪#‎Saúde‬ ‪#‎IEO‬

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Nova Estratégia de Ciência, Tecnologia e Inovação é discutida no Rio de Janeiro



"Houve quem disse que o documento é vago, mas é preciso que ele seja entendido como parte de um processo de produção de ciência, precedido pela nossa atual Política Nacional de CT&I e prosseguido pela construção dos planos setoriais', disse Andrade, ressaltando também o papel da Estratégia em três pilares: expansão do Sistema Nacional de CT&I; apoio à capacidade para inovação empresarial, e desenvolvimento de tecnologias críticas."

"O documento define em dez as áreas estratégias da ciência e tecnologia brasileiras, com cerca de cinco metas para cada. Entre elas, estão a saúde; Segurança hídrica, alimentar e energética; Envelhecimento da Sociedade e Tecnologias Habilitadoras."

Fonte: ABRASCO

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Defesa de Doutorado na FSP-USP

Título: “Afinar o movimento: Educação do corpo no ensino de instrumentos musicais"
Autor: FLORA MARIA GOMIDE VEZZÁ

Grau: Doutorado
Orientador: 
Profª. Drª. Isabel Maria Teixeira Bicudo Pereira

Data: 25/04/2013 – 14h00min
Local: Faculdade de Saúde Pública da USP – Av. Dr. Arnaldo, 715 - Sala Fernando de A.Guimarães
Programa: Pós-Graduação em Saúde Pública
Área de Concentração.: Serviços de Saúde Públlica