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quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014
quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014
A Parte Mais Chata de Toda Pesquisa
Toda pesquisa, antes de ser
defendida, precisa passar por uma formatação minuciosa, para que possa ser
encaminhada aos professores que comporão a banca de avaliação. E claro, para
que a pesquisa possa ir para a biblioteca da faculdade em perfeito estado.
Geralmente, os alunos reclamam
desta parte, por ser repetitiva e gastar bastante tempo.
Uma dica interessante é que a
maior parte das faculdades possuem um manual ou guia de formatação de teses.
Como exemplo, temos o da Faculdade de Saúde
Pública, cuja apresentação é tanto online como impressa:
O fato do guia ser da FSP-USP não
significa que não contenha informações gerais que possam ser utilizadas em
qualquer tema de tese. É possível utilizar tranquilamente pois este guia
apresenta, inclusive, duas normas de formatação: ABNT e Vancouver.
De todo modo, mesmo que seja uma
simples apostila, as faculdades procuram disponibilizar algum material para
ajudar os alunos nesta tarefa difícil.
A forma mais completa de fazer
esta pesquisa e começar a por a mão na massa é acessar o site da Biblioteca
Digital de Dissertações e Teses da USP:
Lá você encontra um caderno diferente para cada
norma: ABNT, ISO, APA e Vancouver. Basta clicar em qual você deseja e se
debruçar:
Além disso, na mesma página da
biblioteca, nos links laterais, você pode pesquisar dissertações e teses, nas
quais a partir da leitura e observação da organização, já poderá ter ideia de
como organizar o seu trabalho.
Outra dica é que existem empresas
que fazem a formatação para você. Vão perguntar-lhe qual é a universidade que
você está vinculado e irão seguir os padrões pré-estabelecidos por ela.
Apesar de ser um trabalho um
pouco cansativo vale muito a pena você se dedicar se tiver tempo, pois te trará
mais domínio sobre sua pesquisa. Saber exatamente cada detalhe de sua pesquisa
te deixará mais seguro para a defesa com a banca no dia da apresentação final.
É importante reforçar: a formatação
é muito importante para uma pesquisa, um índice errado ou legendas de fotos
confusas dificultam a leitura e o entendimento, complicando o objetivo
principal de todo pesquisador que é gerar conhecimento.
segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014
BIBLIOTECAS X GOOGLE
Busca de “referências bibliográficas científicas para
construção de projetos, pesquisas e artigos” X “Google” é um assunto muito
importante, que todo aluno de graduação e pós precisa saber.
Material bibliográfico científico seria todo aquele material
que passou por um certo crivo da sociedade acadêmica. Os livros são um tipo de
material que pode ser usado para seus trabalhos. Mas, se você está escrevendo
um trabalho, provavelmente, sua necessidade é por livros de autores do tema de
sua escolha, portanto, você não vai usar aqueles livros comerciais com Record
de vendas que ficam na primeira prateleira quando você entra em uma livraria. O
que eu quero dizer é que os livros que você vai usar, provavelmente, são livros
técnicos de autores e pensadores que definem conceitos e discutem o seu assunto
de pesquisa também apoiados cientificamente em outros pensadores.
Outro material importantíssimo são os artigos científicos. Os
artigos científicos, para serem publicados em uma revista, passam por avaliação
de vários pareceristas, estes pareceristas são especialistas na área. Ou seja,
somente materiais confiáveis são publicados em revistas científicas.
Além disso, os TCC de graduação, de pós e os Mestrados e
Doutorados, também podem ser usados, já que foram produzidos tendo um
acompanhamento de um professor-orientador, que se certificou, juntamente com o
aluno, de usar apenas material confiável.
Definido o material, podemos falar sobre como buscar. O
Google é uma excelente ferramenta para encontrar materiais dentro de um tema
qualquer. A questão é que o Google não filtra para você os materiais acadêmicos
que você pode usar. Ao pesquisar um termo qualquer, uma grande lista se
apresentará e você terá de separar o joio do trigo, um por um.
É muito mais prático você acessar as bases de dados que já te
levam para o material que precisa. Se você, por exemplo, entrar na página
eletrônica de uma revista científica, lá você também encontrará uma área de busca
para digitar o termo que precisa. Então, ao clicar em buscar ou pesquisar, a
revista vai lhe trazer uma lista de todos os artigos nela publicados dentro do
seu tema de interesse. Ou seja, o joio já está separado do trigo. Agora, o que
você precisa fazer é apenas selecionar os artigos que mais lhe são importantes
para o tema específico que está trabalhando.
Abaixo um exemplo, a página de busca da Revista Saúde
Pública, onde é possível verificar os espaços para adicionar os termos de
pesquisa:
O mesmo acontece quando você usa bases de dados que levantam
artigos de várias revistas científicas de uma só vez. É o caso do SciELO, que
você já deve ter ouvido falar. O SciELO irá apresentar uma barra em branco,
igual ao Google e igual às revistas científicas, onde você insere seu termo e
pesquisa o assunto. Ele vai te trazer uma lista de artigos de diferentes
revista científicas para que você selecione o que precisa.
Este é o link do SciELO (Scientific Electronic Library Online): http://www.scielo.br/cgi-bin/wxis.exe/iah/?IsisScript=iah/iah.xis&base=article%5Edlibrary&fmt=iso.pft&lang=i
Ao acessar este link, você será
direcionado à página da figura abaixo:
Bases de dados de bibliotecas também funcionam assim. Você
pesquisa com termos e encontra livros, dissertações e teses.
Neste link você pesquisa e encontra livros e teses em todas
as bibliotecas do sistema USP.
Abaixo a página de busca do DEDALUS:
Ao procurar nos lugares certos você já tem, de cara, um
material seguro.
Então, de agora em diante, chega de usar o Google e de se
arriscar usando textos de Blogs ou sites quaisquer como base dos seus
trabalhos.
Para assistir ao vídeo sobre este assunto clique aqui!
Para assistir ao vídeo sobre este assunto clique aqui!
terça-feira, 11 de fevereiro de 2014
O Pior Conselho que Já Recebi sobre Educação
Bem,
conselho é uma daquelas coisas que são boas de receber quando pedimos. Mesmo
assim, quando pedimos conselhos, na realidade, já sabemos o que queremos ouvir.
Quando
ouvimos o contrário do que esperávamos, temos a certeza de que não devemos
fazer de modo algum aquilo que acabaram de nos aconselhar. É mais uma
confirmação e quase que uma “permissão” para que você reúna o que faltava para
dar aquele passo que você tanto resistia a dar.
Sendo
assim, até os maus conselhos são proveitosos!
Todos
nós conhecemos a importância de se ter outros idiomas quando entramos para a
área acadêmica. Ser fluente em outros idiomas aumenta seus recursos de
comunicação tanto em viagens para estudo como na leitura de material bibliográfico
não existente em Português.
A
maior parte de nós tem resistência em aprender outros idiomas. Isso é comum,
pois não se trata de decorar palavras e frases e proceder com traduções. Saber
outro idioma é imergir em outra cultura, é fazer o esforço de pensar como os
nativos pensam.
Conversando
com uma colega sobre começar a estudar Espanhol, ouvi o pior conselho que
poderia ter ouvido na vida. Simplesmente, esta colega me disse que era
desnecessário estudar este idioma que é tão próximo do nosso e que bastava eu
prestar o DELE (Diploma de Espanhol como Língua Estrangeira), que é o teste
oficial de avaliação do grau de fluência em Espanhol, emitido e reconhecido
pelo Ministério da Educação, Cultura e Esporte da Espanha, para poder ingressar
como aluna em escolas estrangeiras. Como se não bastasse, ainda ouvi que ela
própria havia feito isso, tinha nas mãos o teste de proficiência em Espanhol,
sem nunca ter estudado efetivamente o idioma.
Para
começo de conversa, questiono-me sobre a veracidade da informação. Sendo
verdade, há algo de falho neste teste. Em seguida, questiono-me sobre como
interagir com outra cultura, entender aulas em ritmo de fala normal (ou seja,
sem que o professor esteja preocupado que você não é fluente no idioma que ele
está falando), bem como escrever trabalhos, discutir tópicos com colegas de
sala, apresentar seminários, enfim...
Mas,
o que mais me deixou perplexa é que esta colega é aluna de Mestrado! Pois é,
está se formando para ser docente. E a pergunta que não quer calar é quantas
vezes ela, como professora, dará conselhos a alunos sobre como encurtar e
burlar o aprendizado e o enriquecimento cultural???
Currículo Lattes
A Plataforma Lattes é
uma base de dados de currículos, de grupos de pesquisas e de instituições, tudo
isso em um único sistema de informação. É um currículo padrão de uso de
estudantes, professores, pesquisadores, enfim, pessoas envolvidas com a área acadêmica.
Trata-se de uma ferramenta incrível para você se apresentar a
comunidade acadêmica, bem como conhecer pessoas que podem fazer parte do seu
círculo de estudos.
Este currículo pode ser preenchido por qualquer pessoa. Ao se
cadastrar fica fácil de atualizar sempre que você faz um curso novo. Você terá
um login e senha e assim pode entrar no sistema toda vez que precisar.
Ao entrar com login e senha você pode, por exemplo, gerar o
seu currículo em formato de impressão e imprimir quantas vias precisar direto
do sistema ou pode exportar seu currículo em formato de arquivo de texto,
salvar no seu computador podendo editar o arquivo como quiser. Se não quiser
imprimir, nem encaminhar o arquivo por e-mail, você pode simplesmente passar o
link do seu currículo para alguém. Essa pessoa irá colocar este link na barra
de endereços da internet e o seu currículo irá se abrir na tela para ela. Mesmo
não possuindo o link do seu currículo, se a pessoa interessada em você entrar
no site do currículo Lattes e fizer uma busca através do seu nome, ela pode
encontrar seu currículo facilmente.
Esta plataforma
proporciona facilidade na organização das suas informações, pois é muito mais
simples atualizar algo que está online (já que se pode realizar de qualquer
lugar que tenha internet). Quando você acaba de participar de uma palestra já
pode abrir o Lattes e incluí-la na hora. Pouquíssimas pessoas mantém consigo o
arquivo de seu currículo feito no Word, onde quer que estejam. E mesmo que você
seja uma exceção e o leve em um pendrive, ainda assim precisará de um aparelho
com processador de texto para atualizá-lo.
Outro detalhe é que a Plataforma Lattes possui campos
interessantíssimos de preenchimento. Um deles é se você já participou de algum
programa de entrevistas. É possível até mesmo adicionar o link que leve o
leitor ao seu vídeo da entrevista. Há também como incluir sites que você possua
e adicionar também os links. Se você criou um filme, documentário, software, etc.,
também poderá colocar lá. Ou seja, ele aceita informações que nós dificilmente
pensaríamos em incluir em nosso currículo em Word. Com isso, somos estimulados
a contar mais e mais detalhadamente experiências que nem lembramos que
possuímos e que são relevantes academicamente.
Para acessar a Plataforma Lattes clique aqui: Plataforma Lattes
Para cadastrar seu currículo basta clicar onde a seta vermelha está indicando na imagem abaixo e seguir os passos da plataforma.

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014
Dica de Evento
Transforme seu Trabalho de Conclusão de Curso, sua Monografia ou sua Tese em artigo e participe desse e outros eventos.
Curso: Como levar sua pesquisa a congressos e eventos.
Quando: 15 e 16 de março de 2014.
Local: Condomínio Perucaia, próximo ao metro Butantã.
Investimento: R$140,00.
Informações: espacooliveiras@espacooliveiras.com.br
Curso: Como levar sua pesquisa a congressos e eventos.
Quando: 15 e 16 de março de 2014.
Local: Condomínio Perucaia, próximo ao metro Butantã.
Investimento: R$140,00.
Informações: espacooliveiras@espacooliveiras.com.br
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